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Maduro defende sua legitimidade; chancelaria critica EUA

Internacional - O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, defendeu sua legitimidade neste domingo (6), depois que o líder do Parlamento, que é da oposição, declarou que ele seria um "usurpador" ao assumir um novo mandato na quinta-feira (10).

"A Revolução Bolivariana chegou ao poder através de meios democráticos há 20 anos e foi ratificada com 23 vitórias eleitorais. A legitimidade nos foi dada pelo povo com o seu voto, aqueles que tentam dobrar a nossa vontade, não se enganem. A Venezuela será respeitada!", escreveu Maduro no Twitter.

Com a declaração, o governante publicou a mensagem com uma foto dele na frente de uma multidão de apoiadores.

Em um comunicado divulgado no domingo, o Ministério das Relações Exteriores venezuelano acusou porta-vozes do governo de Donald Trump de desencadear "ações hostis" contra o presidente após o endosso de Washington ao Parlamento.

"A Venezuela mais uma vez denuncia à comunidade internacional a tentativa do governo dos Estados Unidos de consumar um golpe (...) promovendo o não reconhecimento de instituições legítimas e democráticas", afirma o documento.

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