Editorial

Não vai ter mais radar escondido

Brasil - A determinação do presidente Jair Bolsonaro no início do seu governo, vai ser cumprida: “não vai ter mais radar escondido”, afirma o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

Com isso a renegociação dos contratos para a instalação de radares eletrônicos nas rodovias federais gerou uma redução de praticamente dois terços do seu valor.

O ministério fez um acordo na Justiça para manter mil radares em dois mil e duzentos trechos monitorados.

O ministro Tarcísio de Freitas deixou bem claro que “não tem polêmica nenhuma. O presidente quer facilitar a vida do cidadão e está muito preocupado com a redução de custo”.

Os novos radares deverão ser instalados nos trechos em que há transição de área rural para urbana e nas proximidades das escolas. “serão radares bem sinalizados, e o usuário não será surpreendido. Não haverá mais radar escondido, radar que tem objetivo de prejudicar simplesmente o cidadão”, acrescentou.

Sobre o projeto de lei para revisar o Código de Trânsito Brasileiro, proposto pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro deixou claro que isso cabe ao Congresso avaliar se a sociedade está pronta para as mudanças sugeridas.

É bom lembrar que dentre as propostas do presidente Jair Bolsonaro, está o fim da multa para motoristas que transportarem crianças sem cadeirinha, substituída por uma advertência – e nesse quesito o presidente encontrou forte resistência da classe médica e dos especialistas em segurança de trânsito, já que o não uso da cadeirinha aumenta e muito os riscos da segurança dos bebês nos veículos.

Outro assunto que deverá ficar para o Congresso resolver é com relação à pontuação dos motoristas infratores, o presidente quer o aumento do limite de 20 para 40 pontos para o motorista perder a carteira.

O ministro disse que os Detrans não estão conseguindo processar a informação, e um dos problemas enfrentados é que dois terços das multas do código são graves ou gravíssimas e, portanto, têm alta pontuação.

E aí o ministro pergunta e critica: “será que são graves e gravíssimas, mesmo?






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