Editorial

Será que vai dar prisão para Luciano Bivar

Brasil - A situação do presidente do PSL, deputado federal, Luciano Bivar, com a Justiça, não é das melhores e pode acabar em prisão.

Luciano Bivar foi indiciado pela Polícia Federal na última sexta-feira, acusado de supostas fraudes na aplicação de recursos destinados a candidaturas femininas em Pernambuco na eleição de 2018 do PSL, partido que ajudou a eleger o presidente Jair Bolsonaro, que ao perceber que a situação estava se complicando, preferiu deixar o partido e tentar montar uma nova sigla: Aliança pelo Brasil.

Além do deputado Bivar, a Polícia Federal também indiciou as candidatas Maria de Lourdes Paixão, Érika Santos e Mariana Nunes, todas do PSL. Detalhe: nenhuma delas se elegeu.

Todos os acusados foram indiciados por crimes de associação criminosa, falsidade ideológica eleitoral e apropriação indébita de recurso eleitoral. As penas, caso sejam condenados, são de três, cinco e seis anos de prisão, respectivamente.

A Polícia Federal informou que “as investigações concluíram que o representante do PSL, o presidente do partido, deputado Luciano Bivar, teria ocultado, disfarçado e omitido movimentações financeiras de recursos financeiros oriundos do Fundo Partidário, através de três candidatas fictícias”.

A Polícia Federal também informou que apenas dois, dos quatro indiciados, compareceram aos interrogatórios. Outros dois, ignoraram a intimação, e foram qualificados e indiciados de forma indireta.

Agora cabe à Justiça Eleitoral receber o relatório da Polícia Federal e decidir se acata ou não a denúncia requisitada pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Não foi à toa que o presidente Jair Bolsonaro pulou do barco – ou da moto, e está tentando registrar a Aliança pelo Brasil.







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