Educação

SIEEESP comemora evolução das Escolas Particulares no PISA

Brasil - A nota das escolas particulares de elite do Brasil colocaria o País na 5ª posição do ranking mundial de leitura do Pisa, ao lado da Estônia, que tem o melhor desempenho da Europa.

Já o resultado isolado das escolas públicas estaria 60 posições abaixo, na
65ª, entre 79 países. A tabulação foi feita pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), instituto que pesquisa dados de educação.

A avaliação internacional feita pela Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE) foi divulgada nesta terça-feira, 4, em Paris.

A nota geral do Brasil está entre as baixas do mundo nas três áreas avaliadas, Leitura,Matemática e Ciência. A maior parte dos estudantes não chega nem ao nível
considerado básico de nenhuma delas.

O QUÊ DIZ O SIEEESP?

O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (SIEEESP), Benjamin Ribeiro da Silva afirma que; “O segmento educacional privado do ensino básico acaba de dar mais uma demonstração da sua evolução na Educação do Brasil. Ao se comparar os resultados com as escolas públicas, obtidos no PISA, vê-se o quanto é relevante a educação praticada nas escolas particulares”.

Conforme o estudo realizado pelo instituto Iede – Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional – divulgado pelo jornal O Estado de São Paulo, o desempenho das escolas particulares no quesito Leitura – um dos três avaliados pelo PISA –elevaria o Brasil para a 11ª posição no ranking, 46 posições a menos (57ª), uma melhora significativa, acima da Suécia, por exemplo.

Em Ciência, outro item avaliado pelo PISA, o resultado alcançado pelas escolas particulares também melhoraria em 47 posições o índice Brasil, passando de 66º para 23º lugar, o que seria equivalente ao desempenho alcançado pela Suíça, por exemplo. Em Matemática, as escolas particulares colocariam o Brasil em 38º lugar, contra o 70º ocupado neste quesito.

Quando analisado separadamente, as médias obtidas pela escola pública piorariam ainda mais o indicador do Brasil, que cairia da 59ª para a 65ª posição, entre 79 países.

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