Política

Vídeo: Presidente Jair Bolsonaro manda jornalista "calar a boca"

Brasil - Jair Bolsonaro negou nesta manhã de terça-feira, 5, interferência na Polícia Federal, um dia após nomear Rolando Souza, para assumir a Diretoria-Geral da PF.

O presidente mais uma vez se mostrou bastante irritado com jornalistas ao ser questionado se havia determinado a troca do superintendente da PF no Rio de Janeiro. “Cala a boca”, gritou o presidente durante três vezes que foi perguntado sobre o assunto e deixou o local sem responder aos jornalistas.

Assim que assumiu o cargo ontem, em Brasília, um dos primeiros atos do novo diretor da PF, Rolando Souza, foi trocar o comando da Superintendência da corporação no Rio de Janeiro, cuja área tem interesse não só do presidente, como também de seus filhos.

Em seguida, Carlos Henrique Oliveira foi convidado a assumir a direção-executiva da PF em Brasília, que o coloca como número dois do novo diretor. Delegados federais cariocas viram a troca como uma forma “estratégica” de trocar o comando da PF no estado do Rio de Janeiro.

Agora, o ex-superintendente da Polícia Federal carioca poderá ser ouvido no inquérito que apura “interferência política” do presidente Jair Bolsonaro, caso o STF autorize sua oitiva.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao STF essa autorização para o depoimento do novo diretor executivo da Polícia Federal, para saber se houve ou não interferência do presidente da República na PF carioca.








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