Editorial

O corre corre da candidatura dos presidenciáveis

Brasil - A quarta-feira foi movimentada no mundo da política visando à corrida eleitoral.

O PT registrou oficialmente a candidatura do ex-presidente Lula para a presidência da República, sem antes políticos e militantes realizarem uma marcha ao TSE – Tribunal Superior Eleitoral e um ato em frente ao Tribunal, em Brasília.

A senadora Gleisi Hoffmann, a ex-presidente Dilma Rousseff, o ex-prefeito de São Paulo e vice na chapa, Fernando Haddad e a deputada Manuela D’ávila foram os responsáveis por registrar a candidatura de Lula que segue preso na sede da Polícia Federal em Curitiba.

Agora o TSE tem até o dia 18 de agosto para publicar o edital de candidaturas.
Caso a candidatura de Lula seja impugnada por ficha suja, o PT tem até o dia dezessete de setembro para trocar a cabeça de chapa.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, convocou a Força Nacional para atuar durante as manifestações. Foram mobilizados mais de mil e duzentos policiais no centro de Brasília para preservar a ordem pública e a segurança das pessoas e do patrimônio.

Menos de uma hora depois do registro, o líder do Movimento Brasil Livre e candidato a deputado pelo Dem, Kim Kataguiri, apresentou um pedido de impugnação da candidatura do petista.

Já o presidenciável Geraldo Alckmin, PSDB, depôs em um inquérito que investiga caixa dois.

O nome do ex-governador aparece nas delações premiadas de três ex-executivos da Odebrecht que afirmam que Alckmin recebeu dois milhões de reais para a campanha de 2010 e outros oito milhões e trezentos mil reais para a campanha de 2014.
Geraldo Alckmin prestou depoimento por cerca de uma hora na Promotoria de Patrimônio Público e Social de São Paulo.

O advogado do ex-governador disse à imprensa que “não acha que a investigação vá resultar em uma denúncia”.

O presidente do Democracia Cristã (DC), José Maria Eymael, registrou pela quinta vez sua candidatura à presidência da República junto ao TSE.
É a nona candidatura de Eymael. Foram quatro tentativas à prefeitura de São Paulo e com o registro de agora, cinco à presidência da República.
Mais uma vez ele sairá com o seu “número de sorte”: 27.

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