18/05/2024 11:11

Polícia Federal prende passageira tentando embarcar com drogas para a África

Polícia Federal

A Polícia Federal prendeu uma passageira tentando embarcar com droga para a África, na madrugada de hoje (21/10) no Aeroporto Internacional de São Paulo. Ela estava com passagens de voo internacional.

Servidores da Receita Federal, que atuam com o auxílio de cães farejadores, selecionaram duas malas pertencentes a uma passageira que embarcaria em voo para Addis Ababa, na Etiópia, em razão da indicação do animal. As malas foram submetidas à fiscalização indireta, por meio do raio-x, e as imagens revelaram substância orgânica dentro de vários objetos.

A passageira foi localizada e conduzida à delegacia da Polícia Federal, para que, na presença de testemunhas, sua bagagem fosse periciada. Os policiais encontraram dentro de 18 velas religiosas 9 Kg de cocaína ocultos. A mulher, nacional da Nigéria, que possui Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) e que viajaria acompanhada de seu filho de 2 anos de idade, foi presa em flagrante. O destino final da viagem era Conacri, na Guiné. A criança foi encaminhada ao Conselho Tutelar.

A presa será apresentada à Justiça Federal onde responderá pelo crime de tráfico internacional de drogas.

Polícia Federal

11 kilos de Cocaina

A Polícia Federal apreendeu nesta quinta-feira (21/10) cerca de 11 kg de cocaína pura, que estavam sendo transportados em um caminhão de carroceria aberta, escondidos entre caixas plásticas agrícolas de hortifruti.

A droga, após ser manipulada e processada com outros produtos químicos, poderia ser aumentada em até quatro vezes para venda no varejo. Pelas características da droga e pelo grau elevado de pureza, há indícios de que seja oriunda do Peru.

A apreensão ocorreu após investigações realizadas pela PF sobre transporte de drogas para o Estado de Sergipe e Região Nordeste, que era realizado com frequência em um caminhão branco, carroceria de madeira e com placas do Estado de Sergipe.

A PF realizou operação de barreira policial na BR 101, próxima a cidade de Cristinápolis/SE, com o objetivo de localizar, identificar e apreender o referido veículo. O condutor do veículo era um homem, de 24 anos, sergipano da cidade de Itabaiana. Ele foi conduzido até a Superintendência da Polícia Federal em Sergipe, onde foi autuado por tráfico interestadual de drogas e encaminhado ao Sistema Penitenciário do Estado, ficando à disposição da Justiça Estadual.

Polícia Federal

Polícia Federal desarticula grupo responsável por derrame de cédulas falsas em Porto Alegre

A Polícia Federal deflagra nesta quinta-feira (21/10) a Operação Sólon, para desarticular organização criminosa responsável pelo derramamento de cédulas falsas na Região Metropolitana de Porto Alegre. A investigação teve início em maio e identificou que o grupo criminoso utilizava um site de anúncios de produtos usados para repassar notas falsas de real por meio da aquisição de televisores, videogames e smartphones.

Na ação, 50 policiais federais cumprem 4 mandados de prisão preventiva e 10 mandados de busca e apreensão nas cidades Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha e Imbé.

Um casal, identificado como responsável pelo gerenciamento da atividade criminosa, realizava a compra de moeda falsa, a filtragem de anúncios no site e mantinha contato com as vítimas pelo chat e, posteriormente, por aplicativo de mensagem utilizando perfil falso.  Feita a negociação e combinada a retirada do objeto, o casal mantinha contato com comparsas, homens, que se faziam passar por motoristas de aplicativo de transporte, e mulheres, que eram responsáveis por efetuar o pagamento com notas de 100 reais falsas, pertencentes a um mesmo lote de falsificação.

Em 2021, a Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Sul tem registradas cerca de 100 ocorrências similares, que indicam que o grupo criminoso investigado na Operação Sólon tenha colocado em circulação mais de 150 mil reais em notas falsas. Conforme estatísticas da Polícia Federal, foram apreendidos, desde 2020, aproximadamente 500 mil reais em cédulas falsas de 100 na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A investigação aponta, ainda, para a participação do líder da organização em cerca de 40 grupos de aplicativos de mensagens destinados exclusivamente à prática de golpes variados, como geração de boletos falsos, falsificação de diplomas de instituições de ensino, compra e venda de cartões clonados e negociação de dados de terceiros para práticas de fraudes diversas. O investigado tem antecedentes por crimes de moeda falsa, roubo e receptação.

O nome da operação é uma referência ao estadista e legislador grego Sólon (Atenas, 638 a.C. – 558 a.C.). Sólon foi o idealizador da teoria da desvalorização, que desvinculou o valor da moeda da sua composição pura em ouro ou prata. Com isso, criou moedas falsas, misturando metais mais baratos em sua composição e atrelando o lastro do dinheiro à confiabilidade no governo, responsável pela sua emissão.

 

 

 

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